*A Fotografia nunca é mais do que um canto alternando de «Olhe», «Veja», «Aqui está»; - ---- (Roland Barthes - A câmara clara )
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Segunda-feira, 16 de Novembro de 2009
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. Para o nosso Amigo Tupamaro, o sal tem melhor e ai bem perto, o vinho o nosso amigo J. Pereira poderá dizer qual o melhor.
De Anónimo a 17 de Novembro de 2009 às 21:16
“O FRADELHO DO DINIS”
As chuvas de Outono trazem-nos uma frescura deliciosa que até nos ajuda a perceber melhor os devaneios da Natureza. Esta serve-nos outonais mil regalos e algumas surpresas.
Fazem-se, no Outono, as Feiras das Colheitas; celebram-se as Vindimas; inicia-se a Escola; põem-se nos altares Todos os Santos (para se consolar os mais esquecidos ou os que o são sem nunca terem sido!); visitam-se os Mortos, levando-lhes flores e muitas saudades (a esconderem alguns arrependimento por não se lhes ter dado menos desgostos e tristezas, e mais alegrias e consolos, em vida); passa-se a perna a Dioniso ou a Baco, rilhando ou comendo castanhas em honra de S. Martinho.
Nos quintais desponta a verdura, os lameiros averdiscam-se, as videiras e as carvalhas amarelecem a folhagem e vão-na deixando cair.
A caça ao Coelho e à Lebre passou a ser apenas um pretexto para madrugadas domingueiras de grupos de amigos e de umas «ajudas de custo» a uns empanturrados de pobre importância, só porque vestem uma fardeta de funcionários públicos com o aprumo de quem atroa: - “eu sou a lei!”.
E nos soutos e carvalheiras aparecem umas guloseimas, que outrora eram à farta.
Tortulhos, sanchas, níscar®os apanhavam-se nos regos das vinhas, debaixo do musgo ao pé dos pinheiros, ou debaixo da agulheta, entremeados com os fe(n)tos ou junto aos silvedos, e «ali pelo "verde" do Campo de Baixo, bem encostadinhos à casa da Tia Maria do Campo, perto do Olmo Grande».
As rocas e os guarda-sóis, com os seus vários tamanhos, davam um certo encanto ao lugar onde eram encontrados.
E, todos, depois de bem arranjados por quem nos queria bem, que lindos ficavam na sertã, ou na brasa! E que consolo davam a quem os petiscava!
Agora?!
Aldrabam-se as saudades deles com uns «champinhons» colhidos num qualquer supermercado (nem que seja mini!).
Sorte, sorte, têm os que se esqueceram do mundo e ficaram aí, ou ali, pelas Aldeias.
Sorte, sorte, têm os reis e príncipes «Lavradores», como, por exemplo, este Dinis II que vem p’ràqui enraivecer-nos mostrando-nos uns belos exemplares da sua fartura.
Até lhe sobram!
Fradelho! (Ora toma!).
Tupamaro
De Romeiro de Alcácer a 17 de Novembro de 2009 às 21:20
TranqsNumpsPonchecsLinkzBláksZunkNensqLopzDinasitofGumelicsQueixumesseApeTiTesov!
Este "Lavradorzeco" II, que nos anda a enganar fazendo dos pincéis uns arados, a semear-nos de apetites, a substituir as NoBas barragens no Tâmega e no Beça pelas poças de água que nos faz crescer na boca, vem hoje com mais uma NiKonMédia a encher-nos de raiva.
Ah! Mas nós vamos aprender ò Pera para LHAS sabermos cantar!
E o Pereirinha que não venha p'ràqui MO(s)ernos o piloro com o «veneno» dos Azeites de Moncorvo e as abadas de fradelhos que arrebanha nas suas Sei xÔ! LáLás de MÓS.
FartENDe-vos, FarTENDe-vos!
Mas nem a Srª de Lurdes nem a rainha dos milagres das abadas vos liBrará da Bingança. Sairá de EspinhoS.
Romeiro de Alcácer
De
uminuto a 27 de Novembro de 2009 às 18:34
nela imagem...se me garantires que não são venenosos como-os com todo o apetite
um beijo
EStes podes comer com toda a confiança
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